quinta-feira, 25 de maio de 2017

Padrões


Quantas vezes nos sentimos presos aos padrões sociais, aos padrões que a família nos impõe, aos padrões que o trabalho sugere, aos padrões afirmados pela universidade? Padrões.Vejo tantas pessoas sofrendo porque ainda não conseguiram o emprego idealizado, a profissão imaginada, o padrão construído. Alguns são jovens, esmagados pela ansiedade de atender a um padrão que, frequentemente, nem combina com sua personalidade. Outros são frustrados por não terem atingido o padrão e nem terem feito aquilo que, para elas, era mais importante.
A você, meu amigo, aconselho: liberte-se!

Liberte-se dos padrões que não combinam com você!
Se você quer vender seu artesanato na praia, vá vender! Não importa o que os outros pensam disso. Mas se você sente que o melhor pra você é prestar aquele vestibular super difícil, fazer aquela faculdade super bem conceituada, então faça! E se, por outro lado, você quer fazer a faculdade de administração e transformar seu comércio de artesanato num negócio super rentável e promissor, então que seja isso. O importante é que isso te faça bem. Sem rebeldia, sem revoltas, apenas escolha, conscientemente.

Quem deve criar o padrão é você, com suas vontades, com suas características pessoais, com sua personalidade, seus sonhos, escolhendo sempre o que você achar melhor, sem esquecer das consequências de suas escolhas. A primeira delas é a recusa de tudo que acompanha o padrão preterido. Todas as nossas escolhas têm o lado bom e o lado ruim, a parte boa e a parte não tão boa.
Digamos que sua vida é uma viagem incrível, naquele lugar maravilhoso que você sempre quis conhecer. Você pode se hospedar numa pousadinha simples, onde a vantagem é o preço honesto, atendimento personalizado, conforto relativo. Ou, você pode se hospedar no hotel 5 estrelas, onde tem muito mais conforto, toalhas macias, mas não vai sobrar dinheiro pra passear de barco pela orla.
Você escolhe!

E quando o que você quer escolher está longe demais de suas mãos?
Aí então cabe entender que você vai ter um pouco mais de trabalho, gastar um pouco mais de tempo, fazer algumas concessões e sacrifícios para alcançar finalmente o padrão escolhido.
Talvez a grande pergunta realmente seja: você está disposto a pagar o preço que o padrão exige? Você está feliz com o padrão escolhido? Ou são os outros que estão escolhendo por você?

Ame quem você é com tudo aquilo que te define. Quem sabe um dia o padrão seja apenas ser feliz.

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